João Lima não era exatamente um nome conhecido do grande público (e segue longe disso). Até este sábado (24), o cantor paraibano circulava quase exclusivamente em festas regionais e eventos de pequeno porte. Foi apenas após a denúncia de agressão contra a esposa, a médica e influenciadora Raphaela Brilhante, que seu nome passou a ocupar espaço fora desse circuito limitado.
No universo digital o alcance de João Lima é modesto. No Spotify, soma apenas 199 ouvintes mensais. No YouTube, seu canal reúne cerca de 3 mil inscritos. No Instagram, onde concentra sua maior vitrine, o cantor tem aproximadamente 70 mil seguidores, um volume que não se traduz em relevância musical.
Neto do forrozeiro Pinto do Acordeon, João Lima atua entre o forró e o sertanejo, com músicas que não figuram entre os destaques das principais plataformas. Até agora, sua trajetória artística não havia ultrapassado o alcance local e tampouco despertado atenção fora dele.
A projeção repentina veio pelo pior motivo. Segundo a defesa de Raphaela Brilhante, as agressões teriam começado ainda durante a lua de mel do casal, que está casado há cerca de dois meses. O caso passou a ser investigado pelas autoridades, e medidas protetivas foram solicitadas à Justiça. João Lima ainda não se pronunciou publicamente sobre as acusações.






