Deolane Bezerra e Marcola foram indiciados pela Polícia Civil nesta sexta-feira (29) por suspeita de lavagem de dinheiro e organização criminosa no âmbito da Operação Vérnix.
Segundo o relatório final da investigação, Deolane teria recebido transferências financeiras de uma transportadora apontada como ligada ao PCC e participado de um esquema de ocultação de patrimônio. A polícia também afirma ter identificado mais de R$ 1 milhão em depósitos em espécie nas contas da influenciadora entre 2018 e 2021, sem origem comprovada. A defesa sustenta que os valores seriam honorários advocatícios.
O documento ainda aponta que a aproximação da influenciadora com Everton de Souza, conhecido como “Player do PCC”, foi um dos principais elementos da investigação. Além de Deolane e Marcola, outras seis pessoas foram indiciadas. Agora, o caso será analisado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.




