A disputa judicial entre a estilista Lucia Helena da Silva, a marca Ropahrara e a cantora Anitta ganhou um novo desdobramento que pode levar um oficial de Justiça até um show da artista. O processo, estimado em cerca de R$ 1 milhão, tramita desde 2024 e também envolve a varejista C&A.
Segundo os autos, as autoras alegam dificuldades para citar Anitta formalmente, devido a mudanças de endereço e à agenda intensa de viagens da cantora. Diante disso, pediram à Justiça que a notificação seja feita pessoalmente durante apresentações dos Ensaios da Anitta, previstas para janeiro e fevereiro de 2026.
Os shows indicados ocorrem em Campinas, no dia 24 de janeiro, e em São Paulo, em 8 de fevereiro. A prática de citação em eventos públicos já foi autorizada em outros casos envolvendo artistas, como Baby do Brasil e Nego do Borel. No último dia 18 de dezembro, a juíza responsável pelo processo acatou o pedido e autorizou a expedição dos mandados para cumprimento durante os espetáculos.
A ação acusa Anitta e a C&A de violação de direitos autorais e de propriedade intelectual, alegando que peças criadas pela estilista teriam sido utilizadas em clipes marcantes da carreira da cantora sem a devida autorização.






