A jornalista paraibana Rachel Sheherazade declarou à Justiça estar passando por um período de “instabilidade financeira”. O relato foi feito ao solicitar o benefício da Justiça gratuita (destinado a pessoas que não conseguem arcar com os custos de um processo) em uma ação contra o Facebook.
Segundo o pedido, apresentado no dia 3 de julho, Sheherazade alegou que o pagamento das taxas processuais, no valor de R$ 536,75, poderia comprometer o sustento de sua família. A jornalista citou mais de dois anos de desemprego e afirmou ser ré em ações trabalhistas após ter sofrido um suposto “golpe comercial”.
No processo, ela explicou que investiu R$ 1 milhão em uma faculdade e, posteriormente, foi indevidamente colocada como sócia do empreendimento, herdando dívidas que não eram de sua responsabilidade.
A ação judicial é contra o Facebook, por bloqueio de conta na plataforma. Embora a Justiça tenha determinado o restabelecimento do perfil, Rachel recorreu pedindo uma indenização de R$ 20 mil por danos morais. A nova decisão ainda não foi publicada.
A Justiça exigiu documentos como extratos bancários, faturas do cartão de crédito e a última declaração do imposto de renda para aprovar o benefício. Diante da exigência, Sheherazade desistiu do pedido e efetuou o pagamento das taxas judiciais.
Dias depois da solicitação, a jornalista foi anunciada como nova apresentadora da Record, à frente da nova temporada do programa Acumuladores, que estreou em 17 de julho.






