A defesa do rapper Oruam afirmou que o artista não pretende se entregar à Justiça após a decretação de uma nova ordem de prisão. O músico, cujo nome de registro é Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, passou a ser considerado foragido depois de não ser localizado em diligências realizadas pela Polícia Civil.
A decisão que determinou a prisão partiu do ministro Joel Ilan Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que rejeitou um recurso em habeas corpus apresentado pela defesa. Com isso, foi revogada a liminar que permitia ao rapper cumprir medidas cautelares alternativas à prisão preventiva, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica.
Na terça-feira (3), agentes cumpriram mandados de busca em endereços ligados ao artista, incluindo sua residência no bairro da Freguesia, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, mas Oruam não foi encontrado. No processo, a juíza Tula Melo apontou reiterados descumprimentos das medidas impostas, como falhas frequentes no monitoramento eletrônico e registros de deslocamentos durante a madrugada. A defesa alega problemas técnicos na tornozeleira, versão que foi contestada pela Secretaria de Administração Penitenciária, que informou funcionamento regular do equipamento.






